O Filme. O Trailer. O Poster. O Video-Clip. O Actor. A Actriz. O Realizador. Cinema enquanto passatempo, paixão e vício.
publicado por Fernando Oliveira | Terça-feira, 31 Julho , 2007, 23:52
Começou, no passado domingo, a rodagem do filme "Corrupção", de João Botelho. Pergunta o leitor deste blog, perdido na internet enquanto procurava pornografia filipina, porque estou a dar atenção a um cineasta como João Botelho. Acho que é melhor não o tratar como "cineasta", ainda estamos à espera dos resultados das análises.

Em frente: Corrupção é adaptado do livro autobiográfico "Eu, Carolina", de Carolina Salgado e dará maior enfâse aos relatos sobre a alegada corrupção desportiva em julgamento no processo Apito Dourado. Para aqueles que caíram da cadeira antes do final da frase, eu repito: «Corrupção é adaptado do livro autobiográfico "Eu, Carolina", de Carolina Salgado».

O que me surpreende nesta notícia (além do duvidoso material de origem; e como é que ainda é permitido ao Botelho aproximar-se dum plateau...) é o valor do orçamento: um milhão de euros numa produção nacional. Ah!, e porque é que Nicolau Breyner e Alexandra Lencastre estão envolvidos nesta produção. Sim, e outra coisa: o livro foi publicado no final do ano passado, de onde apareceu dinheiro assim tão depressa?

Não, não colocar aqui nenhuma fotografia...

publicado por Fernando Oliveira | Terça-feira, 31 Julho , 2007, 23:48
1918-2007


publicado por Fernando Oliveira | Terça-feira, 31 Julho , 2007, 23:46

1912-2007

publicado por Fernando Oliveira | Terça-feira, 31 Julho , 2007, 22:29
“Os Simpsons- O Filme”
De: David Silverman
Vozes: Dan Castellaneta, Harry Shearer, Nancy Cartwright, Yeardley Smith, Julie Kavner.


Homer apaixona-se por um porco e o resto do filme desenvolve-se naturalmente a partir daí... (Foi o Matt Groening que definiu assim o filme numa entrevista ao Jon Stewart e eu não conto mais nada!)

“É um episódio com uma hora e meia!” É esta frase que mais se lê na “interweb” quando se pretende denegrir esta primeira longa-metragem Simpsoniana... E a resposta esperada é: sim, é um episódio de hora e meia... e, sim, há algo de mal com isso, mas não muito. Apesar de terem decrescido de qualidade nas ultimas temporadas, nunca os “Simpsons” chegam ao nível de “suckiness” de um episódio de “American Dad”.
Mas divago... Porque é que é menos bom ser apenas um episódio de hora e meia? Porque talvez que de cada vez que ajeitamos a região glútea numa cadeira de cinema esperamos ver algo de diferente, inovador, tem sido assim desde que dois irmãos franceses apresentaram uma série de curtas-metragens documentais num café parisiense... No entanto, tratando-se de um episódio dos Simpsons com hora e meia, é inevitável não pensar: “Uau, um episódio dos Simpsons com uma hora e meia!!” Sim, é sempre bastante divertido ver as aventuras desta família amarela e esta longa-metragem não escapa à regra. Os gags sucedem-se a um ritmo vertiginoso e com um rácio punchline/gargalhada assombroso. É de facto impressionante verificar a quantidade de piadas que acertam na mouche, provando que existe mais na comédia norte-americana que o binómio Teen Movie/Escatologia. No entanto, convém ter algum conhecimento da cena político-social norte-americana para apreciar devidamente todas as piadas (é exemplo disto uma referência do Presidente Schwarzenegger aos serões com a família Kennedy).


Como se costuma dizer no mundo do desporto: “Em equipa que ganha não se mexe!” e o aforismo é aqui levado muito a sério. Ou quase. Apesar de não haver uma evolução acentuada na maioria das personagens algumas nuances são notórias, tais como: SPOILER, SPOILER SPOILER SPOILER ou SPOILER SPOILER, SPOILER.
Vísivel neste filme é também a evolução e novas tecnologias na animação. Apesar de o 2-D pomposamente anunciado não ser atirado às urtigas, é facilmente identificável o movimento mais cinematográfico, principalmente nos cenários de fundo.

Não desilude, mas também não surpreende muito. A destacar o momento genial de paródia à FOX, mas este momento teve já a sua origem na série.
Não deixa de ser bom este filme, mas não é uma variação muito larga do que já a série de televisão, levando um atento Homer Simpson a exclamar, logo no início: “Porque havemos de pagar para ver uma coisa que já temos à borla na televisão?! Quem pagou para ver este filme é um idiota!” Nada mais do que o bom velho humor subversivo que celebrizou este família amarela ao longo dos seus vinte anos de existência.


P.S.- acho que é a primeira crítica que escrevo com a palavra “rácio”... e “binómio”...


publicado por Fernando Oliveira | Domingo, 22 Julho , 2007, 16:07

publicado por Fernando Oliveira | Domingo, 22 Julho , 2007, 15:20
... lançado mundialmente o ultimo capítulo da saga Harry Potter. "Harry Potter and the deathly hallows" no original. Entretanto, a antecipação do momento em que uma das personagens principais morre atingiu o máximo também no outro lado do Atlântico:



No entanto, prefiro qualquer coisa mais simples... Talvez: Harry acorda na sua cama depois e a mãe e o pai o acordarem e apercebe-se que era tudo um sonho. Um livro com duas páginas...

publicado por Fernando Oliveira | Sábado, 21 Julho , 2007, 12:01
Quando menos se espera o Cinema ou, pelo menos, algo que o faz lembrar, aparecem-nos sem avisar, onde menos esperamos. Nuvens destas já foram o ínicio de muitas películas de ficção ciêntifica ou de filmes que reflectem sobre a desumanização do Ser Humano. Uma imagem (ou uma nuvem) vale mil palavras.




E com isto descobri um novo passatempo: "Cloudspotting".

publicado por Fernando Oliveira | Quarta-feira, 18 Julho , 2007, 01:32
Há muito, muito tempo, Stephen Fry e Hugh Laurie tinham um programa de comédia. Pelos clips dísponiveis no Youtube, era bom p'ra caramba!
Este é um exemplo...


Outro, ainda melhor:


publicado por Fernando Oliveira | Quarta-feira, 18 Julho , 2007, 00:32
"A Noiva"

De: Ana Almeida
Com: Bárbara Magalhães, José David Coimbra
Portugal, Côr, 6m57s, 2007.




Um jovem casal pára na margem do Douro e entra num celeiro abandonado...


Amadores, sem apoios do ICAM, rodando apenas quando os horários de trabalho o permitiam, mas com muita vontade de fazer algo bom. Pode descrever-se desta maneira os cineastas responsáveis pela produção desta curta-metragem que tem ganho prémios e estado presente em festivais um pouco por todo o mundo.


É uma curta... muito curta. De facto, sete minutos não é suficiente para avaliar de forma segura certos aspectos de um filme, como por exemplo: a performance dos actores, que parece, no entanto, boa. Ainda assim, salta à vista a direcção artística que e o cuidado com a iluminação na cena no interior do celeiro.
Ainda a destacar as boas ideias de realização que vão sendo mais abundantes no cinema português ("Suícidio Encomendado" tem bons exemplos) e que são uma variação refrescante dos planos televisivos de grandes planos constantes que ainda minam a cinematografia nacional.
Parabéns à equipa, que povou ser possível fazer cinema com poucos recursos e usando a dedicação como arma principal. Espero por este, para avaliar progressos mais próximos de casa.
Para mais informações e noticias actualizadas sobre participações em festivais deste "A Noiva", podem ir aqui ou ainda consultar o IMDb para a ficha técnica completa.
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publicado por Fernando Oliveira | Quarta-feira, 18 Julho , 2007, 00:29
Ele: Sentado nas escadas rolantes, a olhar para a filha que se ri da figura do pai.
Ela: Em pé, no degrau anterior e de braços cruzados com aquela expressão entediada que grita o pensamento interior: "Casei com um bronco!"

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