O Filme. O Trailer. O Poster. O Video-Clip. O Actor. A Actriz. O Realizador. Cinema enquanto passatempo, paixão e vício.
publicado por Fernando Oliveira | Terça-feira, 02 Janeiro , 2007, 20:57


The Illusionist
EUA, Rep. Checa
Cor, 110min
2006
Real: Neil Burger
Com: Edward Norton, Paul Giamatti, Jessica Biel

Vi este filme antes do “Terceiro Passo”, no entanto parece-me útil escrever a crítica agora para, posteriormente, fazer uma espécie de análise comparativa aos dois filmes sobre mágicos que estrearam no ano passado em Portugal.

À partida, qualquer filme que consiga juntar Edward Norton e Paul Giamatti no elenco deve ser visto com agrado. Infelizmente, não é o caso deste Illusionist, um pastelão de quase duas horas.
O realizador Neil Burger (também responsável pelo argumento) apresenta, nesta que é a sua segunda longa-metragem, uma estória de amor com esoterismo à mistura. Einsenheim (Norton) e Sophie (Biel) conhecem-se desde a infância e desde então que prometeram partilhar a sua existência. No entanto, ela é afastada dele porque o rapaz é de uma classe inferior e assim, ele parte em viagens pelo mundo inteiro, até se tornar num mágico de nomeada. Anos mais tarde, ele volta a Viena e reconhece-a. Ela também se lembra dele. Mas o vil noivo dela, o herdeiro do trono do Império Austro-Húngaro, tudo fará para para que ela não o abandone, inclusive tentar descobrir os segredos por trás dos truques de magia de Eisenheim.

A premissa não ajuda e o desenvolvimento do filme também não. Alguns momentos bons na performance de Edward Norton e um Paul Giamatti muito consistente (o único a conseguir libertar-se do sotaque americano) ainda conseguem disfarçar o excessivo ênfase dado à relação das duas personagens principais. Mas, no geral trata-se de um filme bastante fraco, demasiado longo e com pouca ou nenhuma criatividade na realização. Ainda a referir o grau astronómico de rídiculo que atingem as cenas finais do filme, em que sentimos que o realizador pega na mão do espectador e o passeio pelos momentos capitais da trama, para que nenhum ponta fique solta, mesmo que a explicação pareça forçada.
Como ponto positivo, o design de produção, o que é muito pouco...

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